sexta-feira, 30 de abril de 2010

Como bloquear um site

Aprenda a bloquear o acesso a qualquer site em seu computador.

Se você tem seu computador e, por questão de segurança, por exemplo, deseja bloquear o acesso a um determinado site, normalmente teria que recorrer a algum programa específico para realizar esta tarefa, certo?
É, essa é uma das possibilidades. Mas saiba que você tem outra alternativa que dispensa qualquer instalação. O InformaticaMestre ensinará agora, caros usuários, como realizar esta operação. Contudo, antes disso, algumas explicações.

Como funciona o acesso a um site?
Para que seja possível o seu navegador acessar um site qualquer (como o http://informaticamestre.blogspot.com) ele utiliza o DNS, acrônico para Domain Name System ou, em português, Sistema de Nome de Domínio. Este sistema é responsável pela tradução de endereços de IP (números) em nomes.
Isso facilita sobremaneira o acesso a sites, pois guardar o nome de um domínio é extremamente mais simples do que uma sequência numérica, pois você digita o domínio e o computador interpreta o IP.
Contudo, antes de existir o DNS, os próprios computadores eram responsáveis por esta tradução, usando para isso um arquivo de nome hosts. Este arquivo é uma tabela dos sites e seus respectivos endereços.
Estes arquivos são utilizados para bloquear ou redirecionar algum site. Primeiramente, ensinaremos somente sobre bloqueio, leia sobre redirecionamento mais abaixo.


Encontrando o arquivo “hosts”
A localização deste arquivo é diferente tanto em algumas versões do próprio Windows quanto em outros sistemas operacionais. Além das versões do Windows, nós citaremos aqui outros dois SOs bastante utilizados: o Mac OS X e o Linux.

• Windows 9x/ME
C:\Windows\hosts
• Windows XP/Vista
C:\Windows\system32\drivers\etc\hosts
• Mac OS X
/private/etc/hosts
• Linux
/etc/hosts

O arquivo hosts não possui extensão, então os endereços relacionados acima são caminhos que levam diretamente para o arquivo. Como ele é um arquivo de texto simples, poderá ser aberto por um bloco de notas comum.
Se você utiliza o Windows, pode usar um atalho para acessar este arquivo. Vá em Iniciar > Executar (atalho: Tecla do Windows + R) e então digite (copie e cole) a sequência:

notepad %WINDIR%\system32\drivers\etc\hosts

Obs.: Usamos aqui o caminho %WINDIR% pois ele representa o diretório e a pasta onde o Windows foi instalado, independente de ser C:, F:, G:, etc.

Ao acessar o arquivo, você visualizará o seguinte arquivo:


Note que o único endereço listado ali é o localhost, com o endereço de IP 127.0.0.1. Este endereço se chama loopback e é usado por sua máquina para se conectar a ela mesma, ou seja, não é um endereço fora do seu computador.


Bloqueando um site
Agora sim vamos tratar de como bloquear um site especificamente. Para fazer isso, você precisa relacionar um IP nulo (0.0.0.0) à página que deverá ser bloqueada. Depois disso, dê um espaço (fica a seu critério se espaço simples pressionando a barra de espaço ou espaço maior com a tecla Tab) e então insira os endereços da página.
Como uma mesma página pode, muitas vezes, ser acessada por alguns endereços diferentes, certifique-se de que incluiu todos na lista de bloqueio. Para tornar mais clara a explicação, vamos mostrar como seria o código para bloqueio ao site fictício Virus World:

# Bloqueio Vírus World
0.0.0.0    www.virusworld.com
0.0.0.0    virusworld.com
0.0.0.0    www.virusworld.ws
0.0.0.0    virusworld.ws


Você deve estar se perguntando sobre o uso do símbolo # antes do título. Ele serve para indicar um comentário e não será reconhecido pelo arquivo como algum código. Sua função é mais para questão de organização, pois com ele será possível criar separadores e lembretes, para que você saiba o motivo que levou a bloquear determinada página.

Vantagens
A internet é um campo muito vasto de informações onde praticamente tudo está a um clique de distância. Infelizmente, nem todo o conteúdo disponível na rede é aconselhado para crianças, por exemplo, então o bloqueio de sites pode ser uma boa ferramenta para que pais evitem o acesso de seus filhos a sites com conteúdo inapropriado.
Além disso, o bloqueio pode ser algo muito útil para evitar que sua máquina seja infectada por algum vírus ou spyware, afinal, se você não acessa uma página contendo algo suspeito de prejudicar ou infectar seu computador, a chance disso acontecer diminui consideravelmente.

Para facilitar a sua vida, alguns sites desenvolvem um trabalho bem interessante quanto a hosts. Eles atualizam constantemente uma lista de arquivos hosts que bloqueiam diversos sites cujo conteúdo é suspeito e pode prejudicar o seu computador. Um bom exemplo disso é o MVPs Hosts (clique para acessar).

Redirecionando sites
ATENÇÃO! Este recurso deve ser usado com muito cuidado, pois seu mau uso pode causar prejuízos. Ele pode ser usado também para fins maliciosos para que ao acessar um endereço você seja levado automaticamente para outro. Fica a critério e responsabilidade de cada um a aplicação das dicas exibidas aqui.
Este processo também é muito simples, afinal, o arquivo hosts relaciona um endereço de IP ao domínio de algum site. Logo, se você relacionar um domínio a um IP diferente, quando for acessado ele encaminhará automaticamente para a página do número de IP.



Isto é muito utilizado por criminosos virtuais para instalar pragas em sua máquina e até mesmo roubar informações de acesso (login, número de contas, senhas, etc.). Se você nunca acessou o seu arquivo hosts e encontrou endereços de IP não relacionados a nada ou relacionados a sites de banco, por exemplo, é possível que esteja infectado
Apague essas informações e salve o arquivo para se livrar. O uso de um bom programa antivírus e a prudência na hora de sair clicando por aí também pode ajudar a não mais ser infectado.

Arquivo hosts grandes causam lentidão
Se você inserir muitas informações em seu arquivo hosts, poderá ter problemas com lentidão de seu sistema, principalmente se utiliza o Windows 2000, XP ou Vista. Isso pode ser resolvido rapidamente, desativando o Cliente DNS, da seguinte maneira.

Acesse Menu Iniciar > Executar (atalho: Tecla do Windows + R) e digite services.msc


 Na nova janela que apareceu, procure na lista pela opção Cliente DNS, clique com o botão direito sobre ela e então acesse Propriedades.


Agora, clique em Parar, altere o Tipo de Inicialização para Desativado, clique em OK e pronto.


Caros usuários, esse foi mais um artigo ensinando como fazer algo. O InformaticaMestre se preocupa em informar seus leitores de como realizar tarefas importantes para o bom funcionamento e o melhor uso possível da internet. Segurança e privacidade acima de tudo! Uma boa semana a todos, um forte abraço e até a próxima.

Por Douglas Ciriaco
Tércio Pinheiro


terça-feira, 27 de abril de 2010

Pixels travados: aprenda a corrigir o problema em telas LCD

 É um problema comum: um teimoso pixel em sua tela, preto, branco ou fixo em uma cor. Entenda porque isso acontece e veja como pode ser fácil corrigir este problema.

Caro usuário do InfomaticaMestre e especialmente você que tem um monitor LCD, este artigo vai ensinar você a resolver um problema comum com este tipo de tela: o pixel travado. Um problema tão frequente que é considerado uma limitação técnica destas telas pelos fabricantes. Então, se você tem um ponto sempre colorido ou branco em seu monitor e não consegue tirá-lo de jeito nenhum, preste atenção neste tutorial.
Monitores LCD já acompanham a maioria dos desktops. Muitos usuários desta tela já passaram ou ainda passam nervoso com um ponto branco, preto ou de uma cor fixa que distrai os olhos e estraga a imagem. Entenda porque isso acontece e aprenda a resolver seu problema neste tutorial.

Entender antes de começar
Cada pixel de uma tela LCD é capaz de produzir até milhões de cores diferentes e identificáveis a olho nu. A tecnologia LCD funciona através do bloqueio de luz entre dois substratos polarizados. Quando um pixel encontra-se sempre iluminado ou apagado, ou emitindo uma única cor independente da imagem exibida, significa que ele encontra-se travado ou morto. E este estado confunde muitos usuários.
Quando um pixel encontra-se travado, significa que ele está permanentemente ligado, fazendo com que a luz passe por ele continuamente. Ele pode estar branco, fixo em uma cor ou brilhando de maneira alternada. Já um pixel morto encontra-se desligado, não permitindo a passagem de luz e, consequentemente, preto. Um pixel travado pode ser corrigido sem dificuldades, mas um pixel morto, como o nome sugere, não volta à vida. Quanto antes um ponto travado for corrigido, melhor, pois um pixel travado pode “morrer” depois de muito tempo nesta condição.
Fabricantes de monitores LCD consideram que até quatro pixels defeituosos em uma tela é um número aceitável, consequência normal da tecnologia. Um monitor só é trocado quando mais pixels se encontram defeituosos.


Primeira alternativa - software
Fique tranquilo, caro leitor. Não é difícil consertar o ponto travado do seu monitor. Há diferentes programas que identificam e consertam pixels travados automaticamente. O programa mais baixado para isso é o UDPixel
O funcionamento do UDPIxel é dividido em duas partes distintas. Primeiro, é necessário fazer testes para localizar os pixels defeituosos. Clique em Run Cycle para executar testes nas cores amarelo, vermelho, verde, azul, branco e preto. Se preferir, clique em cada cor para executar testes separadamente.
Se você perceber um pixel suspeito, é hora de avançar para a segunda etapa. Na área à direita, em Undead Pixel, você deve criar uma ou mais janelas piscantes. Os parâmetros padrão dificilmente precisam ser modificados. Clique em Start. Um pequeno quadrado piscante será exibido. Arraste-o até o ponto do pixel defeituoso e deixe-o em funcionamento. Clicando com o botão direito do mouse sobre o quadrado, você escolhe quais cores devem ser piscadas.


O tempo de correção pode variar. Alguns usuários relatam que foram necessários poucos minutos para resolver o problema, outros afirmam que foram necessárias horas ou que o programa não funcionou. Não há um tempo certo estipulado para o uso do programa com eficiência, e não há garantia de que ele consegue resolver o problema. O certo é que não há nenhuma “contra-indicação" em usá-lo.


Segunda alternativa – alternando cores
Experimente exibir cores brilhantes rapidamente alternadas na tela. Simplesmente, é o mesmo princípio utilizado pelos programas que você já viu anteriormente. A diferença é que aqui você pode definir a frequência dos flashs e as cores utilizadas.

Terceira alternativa - esfregando de leve Você pode tentar esfregar a tela de leve com um pano para resetar o pixel, mas esta é uma alternativa com poucas chances de dar certo.


Quarta alternativa – paciência ou muita paciência
Se você é extremamente Zen, pode simplesmente tolerar o pixel até que ele desapareça. O problema é que isso pode levar até anos ou até mesmo não vir a acontecer.

Possibilidades arriscadas
Pela internet não é difícil encontrar tutoriais e vídeos com técnicas caseiras para "ressuscitar" um pixel travado. Elas incluem o uso de objetos pontudos para fazer pressão no monitor. Esses métodos não são eficientes e não são recomendados. O mínimo deslize pode piorar ainda mais um pixel travado. Portanto, não arrisque com essas técnicas caseiras.
Essas foram algumas dicas para tentar acabar com o incômodo pixel travado. Tenha plena consciência dos riscos que a aplicação de pressão em telas LCD envolve e esteja seguro dos riscos antes de tentar estes métodos. Esperamos ter ajudado você. Até a próxima.

Por Danilo Amoroso

Tércio Pinheiro
http://informaticamestre.blogspot.com

sábado, 24 de abril de 2010

A fila de impressão empacou? Aprenda como resolver o problema!

Cansado de passar horas sem conseguir realizar uma impressão? Leia este artigo e pare de perder tempo!

Ainda está para nascer alguém que nunca tenha tido problemas ao usar uma impressora. Vários são os problemas causados quando ela resolve “dar pau”: falta de tinta, folha enroscada, o computador não a reconhece, entre outros. No entanto, há um dentre todos os problemas possíveis que certamente já aconteceu com a esmagadora maioria de quem possui uma impressora: uma impressão não é feita e não pode ser cancelada e, como se não bastasse, impede que qualquer outra coisa seja impressa.

Depois de ler o título deste artigo você provavelmente já deve ter imaginado que aqui você aprenderá como resolver o último dos problemas supracitados. Portanto, sem mais delongas, vamos “arregaçar as mangas” e “pôr a mão na massa”!
 
O problema é com o cabo de força...
Não, o problema não está lá. Na verdade, o culpado disso tudo é o serviço do Windows chamado “Spooler”. Para resolver tudo e poder voltar a imprimir, você deve basicamente “reiniciar” esse serviço. Para tanto, você tem duas opções de caminhos a seguir.


Primeiro caminho
Aperte as teclas “Windows + R” e digite “services.msc”.




Agora, procure pelo serviço “Spooler”, clique com o botão direito sobre ele e selecione “Parar”. Então, após o serviço parar por completo, clique novamente com o botão direito e selecione a opção “Iniciar”.


Segundo caminho
Abra o Gerenciador de tarefas do Windows através das teclas “Ctrl + Shift + Esc” (ou “Ctrl + Alt + Del”), selecione a aba “Serviços”, procure por “Spooler”, clique com o botão direito sobre ele e selecione “Interromper Serviço”. Então, feche o Gerenciador, abra-o novamente e após achar o “Spooler” novamente, clique com o botão direito sobre ele e escolha “Iniciar Serviço”.


Pronto, agora é só voltar a imprimir!

Seus problemas foram resolvidos? Não entendeu as explicações? Comente!


Por Tércio Pinheiro
http://informaticamestre.blogspot.com

quinta-feira, 22 de abril de 2010

A senha mais segura para seu PC: o seu rosto

Aprenda como usar o programa Luxand Blink! para conectar o seu usuário do Windows sem digitar senha alguma!

Se você não é a única pessoa com acesso total a determinado computador, proteger as informações nele contidas é uma ideia sábia. Para isso, senhas podem não ser a melhor estratégia - principalmente quando você tem pressa e precisa digitar uma que seja quilométrica e complexa (misturando letras maiúsculas com minúsculas, números e símbolos).
Quem possui webcam não precisa mais se preocupar em memorizar senhas com grande potencial de esquecimento (do tipo que você anota num papel e alguém acha quando você não está por perto). Hoje vamos ensinar a você, caro usuário do Blog InformaticaMestre, como configurar o programa Luxand Blink! para realizar o login no Windows através de reconhecimento facial.

A instalação
O instalador do Luxand Blink! é um pouco diferente daqueles a que você deve estar acostumado, mas não chega a ser difícil de entender.


 Depois de executá-lo, clique em “Options” para definir em que pasta ele deve ser instalado e selecione “OK”.


 Novamente na primeira tela, escolha “Luxand Blink! License agreement”, leia a licença (caso entenda inglês) e clique em “I Agree”.


Enfim, clique sobre “Install Luxand Blink!” para iniciar o processo de instalação.


Identificação de usuário
Uma vez instalado, a janela de configuração é aberta. Clique em “Next”.


A tela seguinte mostra como você deve mexer seu rosto para que o programa identifique seu rosto corretamente. Clique em “Next”.


Escolha qual webcam deseja que seja utilizada para a identificação facial (se possível, escolha a com melhor resolução - no caso de haver a opção de escolha entre mais de uma).


Sente-se de modo semelhante àquele que você costuma sentar em frente ao computador. Nada de poses (exceto se você deseja fazê-las sempre que precisar acessar seu usuário). Gire a cabeça para a direita e esquerda, vagarosamente. Porém, tente fazê-lo antes de a barra verde, abaixo do vídeo, ser preenchida.


A última tela da captura de rosto serve para relacionar a face obtida com a conta de usuário com a qual você está logado. Digite sua senha, caso tenha uma, e clique em “Finish”.


Ativação do reconhecimento facial
Feito tudo isso, o Luxand Blink! passa a ficar a rodar em segundo plano. Clique duas vezes sobre ele para abri-lo. Ou use o botão direito e selecione “Settings”. A opção “Disable” desativa o reconhecimento facial na tela de login, enquanto “Don’t run on startup” faz o programa não ser carregado junto ao Windows durante a inicialização.


A janela aberta conta com várias opções. “Enable” ativa o reconhecimento facial. “Remember” abre a tela de captura de rosto (visto no item anterior). “Camera” escolhe a webcam utilizada. “Help” abre o arquivo de ajuda. “Don’t run” desativa a inicialização do programa junto ao Windows.


“History” mostra o histórico das fotos tiradas quando você faz o login no modo “High Convenience”. Esse modo identifica o rosto registrado, não importando se você está de peruca ou deixou a barba crescer. Ele aprende com o tempo, com isso você não precisa sempre capturar uma nova imagem.


“High Security” é mais seguro. Contudo, pode barrar seu login caso você pinte o cabelo, por exemplo. Ele pode ser útil, porém, caso alguém com traços muito parecidos com os seus tente realizar o login se aproveitando disso.

Faça o teste
Agora que você relacionou seu rosto com uma conta do Windows e ativou a identificação facial do Luxand Blink!, faça o logoff e veja se o login é feito corretamente quando seu rosto for identificado. No entanto, não se esqueça de relacionar seu rosto à conta certa e de sempre sentar na mesma posição em que a captura facial foi realizada!


Você conseguiu seguir todos os passos e fazer o Luxand Blink! funcionar como deve? Deixe um comentário caso ainda haja qualquer dúvida!

Por Allan Valin Ribeiro da Fonseca

Tércio Pinheiro
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quarta-feira, 21 de abril de 2010

O que é a rede social Foursquare e quais as vantagens dela?

Com o Foursquare a vida real é um jogo: explore a cidade inteira, veja opiniões sobre os locais dela e conquiste medalhas enquanto vê por onde seus amigos andam.

Imagine o mundo como um local fechado e que está apenas esperando por você para ser aberto e explorado. Pense que cada lugar novo explorado é uma conquista e que você ganha pontos por isso. Não parece coisa de video games?
O Foursquare é uma rede social que une exatamente esse conceito que parece de algum game ao fato de você saber por onde seus amigos andam. Ou seja, cada um pode enviar em tempo real o local em que está para seu perfil do Foursquare.


Como funciona
Para usar o Foursquare você precisa ter uma conta no site, um celular e gostar de explorar o que está ao seu redor. A primeira coisa, portanto, é baixar o aplicativo em seu aparelho, disponível para Android, iPhone, Palm e Blackberry. Se você não tem um smartphone e mora nos Estados Unidos, pode usar mensagens de texto também.
Assim que você estiver em absolutamente qualquer local (seja parque, museu ou supermercado, por exemplo) basta fazer o chamado “check-in”.
Ao fazer isso, sua posição vai para a rede social do serviço, Twitter e Facebook (se você os adicionou à sua conta) e todos podem saber exatamente o local em que você está, com indicação no mapa junto ao endereço e opiniões a respeito. Se o local não existir ainda no Foursquare, você pode adicioná-lo.
Da mesma forma que todos podem ver onde você está, é possível acompanhar o itinerário de seus amigos e ver por onde eles andam. Cada um que usa o serviço é capaz de adicionar seus locais preferidos em um “Top 12”. 

Conquistas e pontos
Sabe aquele local em que você vai tanto que começam a perguntar se você trabalha por lá? Bem, o Foursquare premia aqueles que mais fizerem check-in em um determinado local “coroando" como prefeito ("Mayor") do local. Mas, basta que alguém apareça mais do que você no local e o título de prefeito passa para a outra pessoa.


Além de ser o prefeito do local, você também recebe medalhas ("badges") por realizar check-in em locais e datas interessantes. Por exemplo: se você sair todas as noites no mesmo local, uma medalha aparece em seu perfil com essa descrição. Outras formas de conseguir conquistas é utilizar palavras-chave que descrevam o local, como pizza, restaurante, show etc.
Já os pontos são acumulados junto às conquistas, mas funcionam mais ligados ao serviço em si. Ou seja, seu primeiro check-in ou cinco vezes em um determinado local, por exemplo. Os pontos também podem ser ganhos simplesmente por fazer login no Foursquare.


Ainda não há exatamente um objetivo para os pontos, mas é possível que futuramente se convertam em prêmios reais. Já houve doações para caridades por cada ponto dos usuários.

Afinal, qual a vantagem de se usar o Foursquare?

Parece apenas mais um serviço bobo, não é? Entretanto, com certeza o Foursquare tem as suas vantagens. Em primeiro lugar, imagine que você pode saber sempre por onde seus amigos andam e vice-versa. Quer uma companhia para almoçar? Faça o check-in e torça para que algum amigo por perto veja.
E se você tiver o GPS e notificações ativadas no celular, dicas aparecem na tela do aparelho. Por exemplo: um amigo seu adorou um restaurante e cadastrou várias dicas sobre o que pedir e, coincidentemente, você está passando na frente do local. Imediatamente uma mensagem com a dica aparece. Claro que o efeito inverso, como avisos de locais ruins,  também existe.
Sendo assim, o Foursquare acaba sendo o guia mais confiável sobre vários locais da cidade, já que são opiniões reais de pessoas que passaram mesmo por lá. Dificilmente algo assim é encontrado no Brasil, mas alguns estabelecimentos já oferecem prêmios e descontos especiais para “prefeitos” e outros usuários do serviço.

Uma ameaça à privacidade? 
Não só com novas redes sociais, mas com absolutamente tudo relacionado à internet precisamos ter cada vez mais cuidado. Você provavelmente já experimentou digitar o seu nome no Google para ver o que aparece. E se absolutamente qualquer pessoa pudesse saber exatamente a sua localização atual?
Aí é que está o problema do Foursquare. Quando você faz o check-in, as informações do local em que você está, incluindo coordenadas e localização no mapa, aparecem na tela e estão disponíveis para absolutamente qualquer pessoa ver. Talvez pessoas estranhas saberem por onde você anda e quais são seus locais preferidos não seja algo muito legal.

As redes sociais estão cada vez mais ousadas e as pessoas nem sempre estão preocupadas como deveriam em relação à privacidade. Entretanto, há lados positivos e negativos, de maneira que você deve saber aproveitá-los da melhor maneira. As dicas e avaliações dos locais do Foursquare, por exemplo, são extremamente úteis.

Você gostou do Foursquare? Pretende utilizá-lo? Conte para todos com um comentário logo abaixo.

Por Eduardo Karasinski 

Tércio Pinheiro
http://informaticamestre.blogspot.com

terça-feira, 20 de abril de 2010

Encontre e baixe os drivers que faltam no seu computador

Precisa instalar uma placa nova? Siga estas dicas para ter seus componentes de hardware atualizados e funcionando.

Sempre que o disco rígido é formatado ou o Windows é reinstalado acontece de algum componente parar de funcionar. Geralmente o problema é a falta da instalação correta dos drivers. O Windows XP e Vista não têm uma biblioteca muito grande de componentes suportados, ao menos não possuem os drivers em suas versões básicas (sem pacotes de serviços).


Quais as vantagens de baixar os drivers?
Existem diversos benefícios em baixar os drivers utilizando a internet. O principal é poder utilizar um driver mais recente e que garanta um melhor funcionamento do dispositivo. A segunda razão pela qual é recomendado baixar um software novo é para que haja total compatibilidade com o sistema operacional utilizado, afinal existem muitas placas que não foram lançadas para trabalhar com o Windows 7 ou Vista.


Resolva os problemas
Os problemas com drivers não acontecem apenas quando o sistema é reinstalado, mas também quando adicionamos um novo componente de hardware. Claro que se você possui os CDs de instalação dos seus dispositivos, não terá de caçar drivers para tê-los funcionando. Contudo, se você acabou perdendo o disco com os drivers, não precisa chorar. O InformaticaMestre vai lhe ensinar a instalar todas as placas do seu PC.

Pré-requisitos
Neste tutorial damos dicas de como utilizar o Device Doctor, um aplicativo fácil de utilizar que conta com a vantagem de busca automática pelos drivers de que você necessita. Clique no link abaixo para baixá-lo:

 Para baixar o Device Doctor clique aqui.


O segundo pré-requisito para instalar seus drivers é ter a placa de rede funcionando. Como você deve presumir, o Device Doctor utiliza conexão com a internet para baixar os drivers para seu computador. Portanto, antes de instalar o programa, verifique se ao menos você possui acesso à internet. Caso sua placa de rede não esteja instalada, baixe o driver em outro computador ou utilize o CD de instalação.


Passo a passo
1. Instale e inicie o Device Doctor;
2. Clique no botão “Begin Scan” (Iniciar procura). Aguarde o aplicativo completar a busca;


3. Após completar o processo, o Device Doctor exibe a lista de drivers disponíveis no campo “Download driver updates”;


4. Clique sobre o botão “Download update” (Baixar atualização). Aguarde até que uma página com o driver seja exibida em seu navegador;


5. Agora clique em “Download Driver Installer” (Baixar instalador do driver). Aguarde até que o download seja completado;


6. Extraia o conteúdo do arquivo ZIP numa pasta qualquer e execute o instalador do driver (normalmente é o arquivo Setup.exe);


7. Termine a instalação dos drivers conforme o que for orientado pelo instalador;
8. Repita os passos 4 a 7 até que todos os dispositivos estejam atualizados.

Drivers atualizados
Depois de atualizar todos os drivers do seu computador é possível desinstalar o Device Doctor, porém é sempre importante guardar os arquivos de instalação dos drivers para problemas possíveis. Esperamos que estas dicas tenham sido úteis. Fique ligado no Blog InformaticaMestre para mais tutoriais.

 Por Fabio Roberto Machado Jordão

Tércio Pinheiro
http://informaticamestre.blogspot.com

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Aprenda a liberar portas em um roteador facilmente

Esqueça os complicados sistemas de configuração dos roteadores. Um só programa pode fazer tudo para você.

A internet banda larga já é realidade no Brasil para muitos usuários e a quantidade de computadores presentes em uma só residência aumenta todos os dias. Com isso, surge a necessidade de compartilhar a conexão entre os diversos PCs, sem que o usuário precise pagar por uma assinatura para cada uma das máquinas.

Para fazer o compartilhamento, são usados dispositivos chamados roteadores, que possuem diversos conectores. Eles são usados para distribuir a conexão entre os PCs, já que só é possível conectar um cabo de rede por vez ao modem.

A felicidade de adquirir um roteador, porém, pode acabar assim que o usuário o liga, pois diversas configurações são necessárias para fazê-lo funcionar corretamente e com segurança. O problema é que atualmente a grande maioria dos roteadores não possui sistemas de configuração amigáveis.

Na realidade, somente usuários mais avançados são capazes de entender o que cada uma das configurações faz e alterá-las sem causar problemas. Mesmo iniciantes gostam de usar programas compartilhadores de arquivos, jogos, mensageiros e diversos outros.

No caso específico de compartilhadores e jogos, muitas vezes há a necessidade de serem liberadas portas de comunicação para que eles funcionem com velocidades satisfatórias e sem problemas de queda de conexão.


Sabendo disso, o Blog InformaticaMestre traz este artigo para ensinar você a liberar as portas do seu roteador sem precisar entrar no sistema de gerenciamento dele.


1. Pré-requisitos
— Roteador: partiremos do pressuposto que o seu roteador já está ligado na tomada de energia e o cabo de rede já está plugado no seu PC — no caso de roteadores com antena para conexão wireless, não é necessário o cabo de rede.

— Simple Port Forwarding: programa simples que dispensa o uso do sistema operacional que vem embutido em todo roteador. Ele possui suporte para marcas e modelos mais populares. Para ir para a página de download, clique no link abaixo:


Para baixar o Simple Port Forwarding clique aqui.

2. Faça você mesmo
Seu computador envia e recebe dados de e para a internet através de portas de comunicação. Porém, essas portas ficam sempre fechadas, a menos que um programa autorizado as abra. Da mesma forma, o seu computador e o roteador também se comunicam através de portas, que também vêm fechadas por padrão.

Para facilitar a configuração do seu roteador, o melhor é utilizar um programa que automatize a tarefa. Dessa maneira, se por algum motivo você tiver que trocar o aparelho ou mesmo se você se conecta em várias redes diferentes — como em casa e no trabalho —, você precisará de somente uma ferramenta.

Simple Port Forwarding
A instalação do programa é simples. Vá clicando em “Next” até que ela seja finalizada. Depois inicie-o e aguarde a verificação de novas versões. Caso apareça uma mensagem solicitando a atualização, clique em “Sim” ou “Yes” (dependendo do idioma do seu Windows).

Depois de feitas as atualizações, ou mesmo se elas não forem necessárias, é exibida uma janela de nome “Getting Started” (Começando). Felizmente, essa tela possui todas as configurações necessárias para liberar as portas desejadas do seu roteador.


*Note que existem números que representam os passos a serem seguidos. Nosso tutorial mostrará os passos exatamente na ordem em que eles aparecem nessa lista.

Se você por acaso fechar a janela “Getting Started” por acidente, basta fechar o programa e abri-lo novamente para que ela reapareça.

O campo (1) “Update Router List” (Atualizar lista de roteadores) serve para que seja baixada a lista de roteadores suportados pelo programa, bem como suas configurações padrão. Clique no botão “Do it now” (Faça agora) para atualizar a lista, garantindo assim que eventuais atualizações sejam incorporadas.

Em seguida, no campo (2) “Select Your Router & Set Login Info” (Selecione seu roteador e preencha informações de login), clique no botão “Do it now” para abrir a lista de roteadores suportados pelo programa.


Os roteadores estão ordenados por nome de fabricante e modelo. Localize o seu e dê um duplo clique sobre o nome dele. Se você não souber essas informações, procure-as no manual do dispositivo. Geralmente o modelo está impresso já na capa do manual.

IMPORTANTE: o Simple Port Forwarding utiliza as informações de login e senha que já vêm definidas de fábrica. Se você alterou esses dados, preencha-os na janela principal do programa, nos campos demonstrados na imagem a seguir:


Se preferir clique na imagem acima para ampliar

Repare que, quando você termina cada um dos passos, aparece uma marca como a destacada na imagem abaixo. Isso é útil para que você tenha a certeza de que já realizou aquela tarefa.


O próximo passo é configurar o endereço IP do computador para que ele seja sempre o mesmo. Chamamos isso de “IP estático” e é necessária essa alteração, pois sempre que liberamos portas no roteador, precisamos definir qual será o computador que as utilizará, pois as regras de liberação de portas apontam sempre para um único endereço IP.
No campo (3) “Set your local IP to a static IP” (Definir seu IP local para estático), clique no botão “Do it now”. A janela que se abre mostra as informações atuais no campo “Current Info”  (Informações atuais) e, no campo “New Info”, as que substituirão. Note que o Simple Port Forwarding detecta as configurações atuais e se baseia nelas para definir as novas.

 
Se preferir clique na imagem acima para ampliar

Clique no botão “Enable Static IP” (Habilitar IP estático) e aguarde alguns segundos. O programa parecerá estar travado, mas isso acontece quando os dados estiverem sendo alterados. Uma caixa de diálogo com o texto “Done!” (Feito!) é exibida se a mudança for realizada com sucesso. Depois, clique em “OK” e feche a janela para voltar para a lista de tarefas.


IMPORTANTE: para liberar portas, você já deve ter os programas instalados no computador. Isto é, se você quiser liberar portas para o eMule, ele já deve estar instalado na máquina.

Chegou a hora de fazermos o que realmente precisamos, que é liberar as portas utilizadas em nossos jogos, programas de torrent, compartilhamento P2P, etc. Clique no botão “Do it now” do campo (4) “Choose which ports you need to forward” (Escolher portas a serem encaminhadas).

A janela de configuração das portas parece mais complicada que as outras, mas lendo nosso tutorial, você verá que ela é mais simples do que aparenta.


 Se preferir clique na imagem acima para ampliar

Repare que há dois botões no topo da janela: “Database” (Base de dados) e “Add custom” (Adicionar regra personalizada). O primeiro já vem habilitado, para que você encontre o programa desejado na lista.

Caso você não tenha entendido: o Simple Port Forwarding traz uma lista de softwares, bem como as configurações padrão necessárias para liberar as portas que eles utilizam.

Ou seja, você não precisa entrar nas configurações de cada programa para checar essas informações, a menos que o software não esteja na lista, o que é improvável. De qualquer forma, ensinaremos as duas maneiras.



Com o botão “Database” pressionado, clique na lista que fica logo abaixo do campo “Program database” e escolha o programa para o qual você deseja liberar as portas. Em seguida, clique no botão “Add”. Neste exemplo, usamos o jogo World of Warcraft, pois ele está instalado no PC de testes.

Se você estiver liberando portas para programas de download P2P, como eMule, LimeWire, BitTorrent ou uTorrent, utilize a lista que fica logo abaixo do campo “or Choose a Special Program” (Ou escolher programa). Escolha o programa desejado, clique no botão “Add” e feche a janela.


Essa segunda configuração é necessária para os programas de compartilhamento porque a grande maioria deles usa uma porta aleatória a cada execução. Entretanto, o Simple Port Forwarding verifica e a adiciona automaticamente a porta utilizada no momento. Depois de clicar no botão “Add”, feche a janela.

Se o programa para o qual você deseja abrir portas não estiver em nenhuma das duas listas, é possível adicioná-lo manualmente. Para isso, utilize o botão “Add Custom”, conforme a imagem:


*A princípio, você provavelmente não precisará do botão “Add Custom”, a menos que utilize programas pouco conhecidos.

Depois de feitos os passos anteriores, precisamos enviar os dados ao roteador. No campo (5) “Update the router”, clique no botão “Do it now” e aguarde. Uma janela é aberta e nela são mostrados os passos detalhados realizados pelo programa, bem como a página de configuração do roteador.


 Se preferir clique na imagem acima para ampliar 

No final, você pode checar as mensagens para ver se ocorreu algum erro. Se os dados fornecidos por você estiverem corretos, não há por que haver qualquer problema.

Ainda não terminamos, mas estamos quase no fim. Antes de testarmos as portas para ver se elas estão realmente abertas, devemos liberá-las também no firewall nativo do Windows. O Simple Port Forwarding também é capaz de fazer isso.



Clique no botão “Do it now” do campo (6) “Add ports to the Windows Firewall”  (Adicionar portas ao firewall do Windows) e aguarde até que o procedimento seja executado. Uma janela exibe o progresso e o resultado. Feche-a depois que a tarefa terminar.

O último passo é testar as portas que acabamos de abrir, para verificar se tudo foi feito da maneira correta. No campo (7) “Test that the ports now work” (Testar para ver se as portas estão funcionando), clique no botão “Do it now”. Uma nova janela é aberta.

Clique no botão “Begin” para que o teste de comunicação comece. Se todos os passos tiverem sido seguidos corretamente, uma mensagem de sucesso aparecerá no quadro da direita.


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Pronto! Seu roteador está com as portas liberadas para que seus programas se comuniquem sem problemas com a internet.

O que pode dar errado?
— Se você tiver entrado nas configurações do roteador anteriormente e alterado as informações de login e/ou senha, o Simple Port Forwarding não conseguirá efetuar login.

Por isso, antes de qualquer coisa, use os campos adequados da janela principal do programa para digitar o nome de login e a senha definidos por você na configuração do roteador;

— Alguns roteadores possuem configurações adicionais para a definição de IPs estáticos nos computadores conectados a eles. Se o computador perder a conexão no momento em que você definir um IP fixo, desfaça a alteração e procure mais informações sobre o a configuração DHCP do roteador.

Por Oliver Hautsch

Tércio Pinheiro